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Qual a diferença entre amor próprio e egoísmo

Veja que apostar em si próprio e ter amor próprio são coisas totalmente diferentes.

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amor próprio
This entry is part [part not set] of 5 in the series Sentimentos de amor e bondade

Veja que apostar em si próprio e ter amor próprio são coisas totalmente diferentes.

Para algumas pessoas, esse é um tópico super delicado. E não é para menos: o amor próprio e o egoísmo costumam ser rotulados (erradamente, é claro) como sendo a mesma coisa.

Mas, antes de tudo, é preciso entender o que cada palavra significa. Amor próprio representa segurança em si próprio, aceitação de quem você é e feliz por isso. Já o egoísmo é a tendência de pensar apenas em benefício próprio.

A ideia  de amor próprio é super importante. Afinal, sem amor próprio, as pessoas tendem a se sentir incomodadas em ambientes que não são de sua preferência – e isso em qualquer área da vida. Se você não tem amor próprio, é fácil se desiludir com as pessoas (pois elas não são perfeitas) e com o ambiente em que vive (pois o mundo também não é perfeito).

E o problema é que, quando alguém não tem amor a si mesmo, costuma juntar a isso outra coisa: a autocrítica. Quando você não sabe se amar de verdade, acaba tendo uma forma ruim de se autocriticar com as coisas que não dão certo, com as experiências que trazem desgastes e desapontamentos.

Diferença entre amor próprio e egoísmo

Portanto, amar a si mesmo e egoísmo são duas coisas diferentes.

Embora ambos possam implicar cuidar de si mesmo, eles não são a mesma coisa.

Amar a si mesmo é ter um respeito saudável por si mesmo – conhecer seu valor e se esforçar para melhorar a si mesmo.

Ser egoísta é se preocupar apenas com suas próprias necessidades e desejos, muitas vezes às custas dos outros.

É importante encontrar um equilíbrio entre os dois – muito amor por si mesmo pode levar ao narcisismo, mas muito pouco pode resultar em baixa autoestima.

Então, a recomendação mais assertiva seria encontrar um meio termo de modo que você se encaminhe a uma vida feliz.

Amor próprio e autoestima: qual a relação que há

Amor próprio e autoestima são muitas vezes usados de forma intercambiável, mas na verdade são duas coisas muito diferentes. O primeiro é o sentimento de amor e respeito por si mesmo, enquanto a autoestima é a opinião que se tem de si mesmo.

Ambos são importantes para um senso saudável de si mesmo, mas o amor próprio é a base sobre a qual a autoestima é construída. Sem ele, é difícil ter uma opinião positiva de si mesmo.

Aqueles que se amam incondicionalmente são mais propensos a ter alta autoestima, porque não estão esperando que os outros validem seu valor.

Eles conhecem seu próprio valor e não confiam nos outros para lhes dizer o que eles valem.

Como ter amor próprio

Nas nossas vidas, nós temos que nos amar primeiro.

Muitas vezes, nós nos concentramos tanto em sermos amados por outras pessoas que esquecemos de nos amarmos.

É importante termos amor próprio para nos ajudar a crescer e evoluir.

Sem amor próprio, nós sempre estamos à procura de aprovação e validação dos outros em vez de nos concentrarmos em nós mesmos.

Podemos começar a ter mais amor próprio quando aprendemos a dizer não quando precisamos e quando precisamos dizer sim.

Precisamos ser fiéis a nós mesmos e aos nossos objetivos e valores individuais.

O maior amor de todos é aprender a amar a si mesmo. Vale ressaltar que é muito importante conhecer o seu próprio valor e valorizar a si mesmo.

Você é o único que pode se fazer feliz – ninguém mais pode fazer isso por você.

É essencial cuidar de si mesmo emocionalmente e fisicamente.

Quando você cuida de si mesmo, você é capaz de ser o seu melhor para os outros.

Aprender a amar a si mesmo é uma das coisas mais importantes que você pode fazer em sua vida.

Amor próprio psicologia

Amor próprio é um conceito compreendido e aceito em muitas culturas.

Ele é importante porque é a base de um relacionamento saudável consigo mesmo. É o que lhe permite nutrir e cuidar de si mesmo, estabelecendo limites conforme necessário.

Quando você tem um forte senso de amor próprio, é mais provável que faça escolhas que estejam alinhadas com seus valores e o que acredita ser melhor para você.

Também é mais provável que você tenha relacionamentos satisfatórios com os outros.

Amor próprio nos relacionamentos

Ter um forte senso de amor próprio é essencial para ter relacionamentos saudáveis com os outros.

Quando amamos e valorizamos a nós mesmos, somos capazes de estabelecer limites e afirmar nossas necessidades.

Também estamos mais propensos a atrair parceiros que nos tratem com o mesmo nível de respeito.

As pessoas que não têm amor próprio geralmente se permitem ser maltratadas ou permanecem em relacionamentos tóxicos porque acreditam que não merecem nada melhor.

Aprender a amar a nós mesmos é a chave para ter relacionamentos felizes e satisfatórios.

Praticar amor próprio

Praticar o amor próprio significa que eu sou capaz de me amar incondicionalmente. Isso significa que eu posso me perdoar, independentemente de quaisquer erros que eu possa ter cometido. Em outras palavras, eu posso me valorizar, mesmo quando outros não o fazem.

Eu sei que mereço o meu amor e respeito, independentemente de qualquer coisa.

Aprendi a olhar para mim mesmo com compaixão e bondade, assim como faria com um amigo.

Isso  significa que eu não preciso provar nada para ninguém e, assim, posso seguir o meu coração.

O amor incondicional por nós mesmos é o coração e a essência do autodesenvolvimento.

A maioria das pessoas torna-se suficientemente próxima de se amar incondicionalmente com cerca de 20 anos de idade, quando elas estavam mais seguras sobre a sua adequação social e menos dependentes financeiramente.

Note que nossos pais e professores estavam em nosso cérebro em um tamanho muito maior do que o amor que sentíamos por nós próprios. Assim, o amor próprio parece ser uma promessa difícil de cumprir.

Assim, vale refletir: como podemos amar a nós mesmos quando nossos pais eram (ou pareceram) tão insensíveis e egoístas? Como podemos amar a nós mesmos quando ganhamos 20 quilos e nossos pais nunca nos perdoaram? Como podemos amar a nós mesmos quando fracassamos em algum objetivo importante e sentimos como se a única maneira de resolver isso fosse uma grande mudança de carreira?

O problema com a incapacidade de se amar a si mesmo é que você está sendo condicionado pelas opiniões alheias.

O amor próprio não é afetado pelo que os outros pensam. O amor próprio não é afetado pelos fracassos. O amor próprio não é afetado pela mudança. O amor próprio é uma propensão interna para se achar querido e digno, independentemente das circunstâncias.

Uma das melhores coisas sobre o amor próprio é que ele cresce no seu cérebro quando usado consistentemente. Assim, em vez de lutar contra você mesmo e prometer que vai começar a fazer isso ou aquilo amanhã, conceda-se um perdão imediato e continue adiante. Você pode se arrepender depois, mas isso não impede você de seguir adiante com mais confiança no futuro.

Já o egoísmo é uma propensão interna para se achar querido e digno devido às condições. O egoísmo é condicionado pelas opiniões alheias. O egoísmo é afetado pelos fracassos. O egoísmo é afetado pela mudança. O egoísmo é uma promessa de que você pode ser querido e digno, se continuar a fazer o que os outros esperam que você faça. O egoísmo é uma tentativa desesperada de resolver as expectativas dos outros sobre você.

Quando você  se torna o egoísta que as pessoas esperam, você nunca se sentirá bem sozinho com isso.

Proponha-se a uma mudança de paradigma radical: em vez de lutar contra as expectativas dos outros sobre você, afirme sua própria identidade e crie expectativas. Coloque-se no lugar dos outros e pergunte-se o que estaria fazendo se os pais adotivos, as namoradas, os amigos, os clientes, os sócios, as autoridades estivessem lhe observando agora. Qual seria a atitude delas para com você? Qual seria o comportamento delas em relação a você? Qual seria a palavra final delas sobre você?

Lembre-se que você pode ver uma identidade a partir disso e ver de fato quem você realmente é para com você. Você já o demonstrou em ações e comportamentos. Você só precisa se lembrar disso agora. E pronto, você tem uma nova razão por que deveria ser amado e valorizado: porque você é você! Não há nada de errado com você. Você não precisa mudar para ser melhor. Você não precisa fazer nada para ser melhor. Você já é amado e valorizado justamente como é agora. Quando isso é aceito, então tudo muda. E isso não é um desabafo qualquer; é de alguém que busca ser amado pelo que é, antes de ser pelos outros. (Ah! e não sou eu o da foto deste artigo embora eu esteja aprendendo a gostar de mim como ele! E você, se gosta o suficiente para dizer: “eu me amo?”.)

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