Série: A História das Copas

Copa de 1930: quando nasceu o Mundial

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A primeira Copa do Mundo foi disputada no Uruguai por apenas treze seleções. Marcada pelas recusas europeias, pelas longas viagens de navio e pela eliminação precoce do Brasil, a competição terminou com uma final histórica entre Uruguai e Argentina.

Neste episódio, conheça as circunstâncias que levaram à criação do torneio, os conflitos que enfraqueceram a seleção brasileira, as surpresas da primeira fase e a virada uruguaia que definiu o primeiro campeão mundial.

Duração aproximada: 17 minutos
País-sede: Uruguai
Campeão: Uruguai
Vice-campeã: Argentina
Artilheiro: Guillermo Stábile, da Argentina, com 8 gols
Participantes: 13 seleções

Itália 1934: uma Copa sob a sombra do fascismo

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A segunda Copa do Mundo foi realizada numa Itália governada por Benito Mussolini, que enxergou no futebol uma poderosa ferramenta de propaganda política.

Pela primeira vez, o Mundial teve eliminatórias. Também pela primeira vez, as seleções começaram diretamente em partidas eliminatórias: uma derrota significava o fim imediato da campanha.

Dividido por conflitos entre defensores do amadorismo e do profissionalismo, o Brasil atravessou o oceano para enfrentar a Espanha. Perdeu por 3 a 1 e foi eliminado depois de apenas um jogo, mas viu o jovem Leônidas da Silva marcar seu primeiro gol em Copas.

Neste episódio, você conhecerá a tumultuada preparação brasileira, a violência do confronto entre Itália e Espanha, a queda do famoso time austríaco e a dramática final em que os italianos derrotaram a Tchecoslováquia na prorrogação.

Duração aproximada: 23 minutos
País-sede: Itália
Campeã: Itália
Vice-campeã: Tchecoslováquia
Terceiro lugar: Alemanha
Artilheiro: Oldřich Nejedlý, da Tchecoslováquia, com 5 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: eliminado nas oitavas de final
Resultado do Brasil: Espanha 3 x 1 Brasil

França 1938: o Brasil se apresenta ao mundo

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A terceira Copa do Mundo foi disputada numa Europa que caminhava rapidamente para a guerra. A Alemanha nazista acabara de anexar a Áustria, a Espanha vivia uma guerra civil e os regimes autoritários utilizavam o futebol como instrumento de propaganda.

Dentro de campo, porém, o grande personagem seria um brasileiro.

Leônidas da Silva marcou três vezes na vitória por 6 a 5 sobre a Polônia, enfrentou a violenta Batalha de Bordeaux e terminou a competição como artilheiro. Conhecido como Diamante Negro, ele se transformou na primeira grande estrela internacional do futebol brasileiro.

A seleção chegou às semifinais, mas enfrentou a Itália sem seu principal atacante e perdeu por 2 a 1. Depois, derrotou a Suécia e conquistou o terceiro lugar, realizando a melhor campanha brasileira até então.

Neste episódio, conheça a ascensão de Leônidas, a chegada do rádio à história das Copas, a polêmica semifinal entre Brasil e Itália e o segundo título consecutivo da seleção italiana.

Duração aproximada: 17 minutos
País-sede: França
Campeã: Itália
Vice-campeã: Hungria
Terceiro lugar: Brasil
Quarto lugar: Suécia
Artilheiro: Leônidas da Silva, com 7 gols
Participantes efetivos: 15 seleções
Campanha do Brasil: terceiro lugar

Jogos do Brasil

  • Brasil 6 x 5 Polônia — oitavas de final
  • Brasil 1 x 1 Tchecoslováquia — quartas de final
  • Brasil 2 x 1 Tchecoslováquia — jogo de desempate
  • Itália 2 x 1 Brasil — semifinal
  • Brasil 4 x 2 Suécia — disputa pelo terceiro lugar


Brasil 1950: o sonho que terminou no silêncio do Maracanã

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Depois de doze anos interrompida pela Segunda Guerra Mundial, a Copa do Mundo voltou a ser disputada em 1950.

O Brasil recebeu o torneio, construiu o gigantesco Maracanã e formou uma seleção que encantou o país. Depois de golear a Suécia por 7 a 1 e a Espanha por 6 a 1, a equipe precisava apenas de um empate contra o Uruguai para conquistar seu primeiro título mundial.

Friaça abriu o placar e fez quase duzentas mil pessoas acreditarem que a festa estava garantida.

Mas Schiaffino empatou, Ghiggia marcou o segundo gol uruguaio e o Maracanã mergulhou em silêncio.

Neste episódio, conheça a reconstrução da Copa depois da guerra, o nascimento do Maracanã, a campanha de Ademir e Zizinho, a liderança de Obdulio Varela e a derrota que transformou o goleiro Barbosa num injusto símbolo de culpa.

Duração aproximada: 17 minutos
País-sede: Brasil
Campeão: Uruguai
Vice-campeão: Brasil
Terceiro lugar: Suécia
Quarto lugar: Espanha
Artilheiro: Ademir de Menezes, do Brasil, com 9 gols
Participantes: 13 seleções
Fórmula decisiva: quadrangular final

Jogos do Brasil

  • Brasil 4 x 0 México — primeira fase
  • Brasil 2 x 2 Suíça — primeira fase
  • Brasil 2 x 0 Iugoslávia — primeira fase
  • Brasil 7 x 1 Suécia — quadrangular final
  • Brasil 6 x 1 Espanha — quadrangular final
  • Brasil 1 x 2 Uruguai — quadrangular final

Suíça 1954: a Copa da Hungria invencível e do milagre alemão

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A Copa de 1954 foi disputada na Suíça e teve como grande favorita a Hungria, uma das seleções mais brilhantes da história do futebol.

Liderada por Ferenc Puskás, Sándor Kocsis, Nándor Hidegkuti e József Bozsik, a equipe húngara chegava ao Mundial invicta havia quatro anos. Goleou a Coreia do Sul por 9 a 0, venceu a Alemanha Ocidental por 8 a 3 e parecia destinada ao título.

O Brasil estreou sua nova camisa amarela em Copas, goleou o México por 5 a 0 e empatou com a Iugoslávia. Nas quartas de final, enfrentou a Hungria numa partida violenta que ficou conhecida como a Batalha de Berna.

Na decisão, a Alemanha Ocidental reencontrou a Hungria. Perdia por 2 a 0 com apenas oito minutos, mas virou para 3 a 2 em uma das finais mais surpreendentes de todos os tempos.

O jogo entrou para a história como o Milagre de Berna.

Duração aproximada: 30 minutos
País-sede: Suíça
Campeã: Alemanha Ocidental
Vice-campeã: Hungria
Terceiro lugar: Áustria
Quarto lugar: Uruguai
Artilheiro: Sándor Kocsis, da Hungria, com 11 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: eliminado nas quartas de final

Jogos do Brasil

  • Brasil 5 x 0 México — primeira fase
  • Brasil 1 x 1 Iugoslávia — primeira fase
  • Hungria 4 x 2 Brasil — quartas de final

Suécia 1958: a Taça do Mundo é nossa

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A Copa de 1958 marcou a primeira conquista mundial da seleção brasileira.

Depois dos traumas de 1950 e 1954, o Brasil chegou à Suécia com uma preparação mais organizada, uma nova postura e uma geração extraordinária.

Didi comandou o meio-campo. Garrincha desequilibrou pela direita. Vavá fez gols decisivos. Zagallo deu equilíbrio tático. E Pelé, com apenas 17 anos, marcou seis gols e se apresentou ao mundo como um fenômeno.

Na final, a Suécia saiu na frente. Mas o Brasil reagiu com dois gols de Vavá, um de Zagallo e dois de Pelé.

O placar de 5 a 2 deu ao país seu primeiro título mundial e transformou definitivamente o futebol brasileiro em referência internacional.

Duração aproximada: 28 minutos
País-sede: Suécia
Campeão: Brasil
Vice-campeã: Suécia
Terceiro lugar: França
Quarto lugar: Alemanha Ocidental
Artilheiro: Just Fontaine, da França, com 13 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: campeão invicto

Jogos do Brasil

  • Brasil 3 x 0 Áustria — primeira fase
  • Brasil 0 x 0 Inglaterra — primeira fase
  • Brasil 2 x 0 União Soviética — primeira fase
  • Brasil 1 x 0 País de Gales — quartas de final
  • Brasil 5 x 2 França — semifinal
  • Brasil 5 x 2 Suécia — final


Chile 1962: a Copa em que Garrincha carregou o Brasil

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A Copa de 1962 foi disputada no Chile, país que insistiu em sediar o Mundial mesmo depois de sofrer o maior terremoto já registrado na história.

O Brasil chegou como campeão mundial e começou a competição com Pelé em campo. Mas, logo na segunda partida, contra a Tchecoslováquia, o maior jogador do mundo sofreu uma lesão e não pôde continuar no torneio.

A ausência de Pelé poderia ter destruído a campanha brasileira.

Mas Garrincha assumiu o protagonismo.

O ponta direita decidiu contra a Inglaterra, brilhou diante do Chile na semifinal e conduziu a seleção ao bicampeonato mundial.

Amarildo, substituto de Pelé, também foi decisivo. Marcou dois gols contra a Espanha e empatou a final contra a Tchecoslováquia. Depois, Zito virou e Vavá confirmou a vitória por 3 a 1.

Neste episódio, conheça a Copa do terremoto, a violência da Batalha de Santiago, a lesão de Pelé, a explosão de Garrincha e a campanha que confirmou o Brasil como maior potência do futebol mundial.

Duração aproximada: 27 minutos
País-sede: Chile
Campeão: Brasil
Vice-campeã: Tchecoslováquia
Terceiro lugar: Chile
Quarto lugar: Iugoslávia
Artilheiros: Garrincha, Vavá, Leonel Sánchez, Dražan Jerković, Valentin Ivanov e Flórián Albert, com 4 gols cada
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: campeão

Jogos do Brasil

  • Brasil 2 x 0 México — primeira fase
  • Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia — primeira fase
  • Brasil 2 x 1 Espanha — primeira fase
  • Brasil 3 x 1 Inglaterra — quartas de final
  • Brasil 4 x 2 Chile — semifinal
  • Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia — final

Inglaterra 1966: a Copa decidida por um bandeirinha

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A Copa de 1966 foi disputada na Inglaterra, país que criou as regras modernas do futebol e buscava conquistar, em casa, seu primeiro título mundial.

Para o Brasil, o torneio foi traumático. Bicampeã mundial, a seleção chegou com Pelé e Garrincha, mas enfrentou preparação confusa, adversários violentos e atuações instáveis. Pelé foi duramente marcado contra Bulgária e Portugal. Garrincha disputou contra a Hungria sua última partida pela seleção. O Brasil acabou eliminado ainda na primeira fase.

A Copa também teve histórias inesquecíveis: a Taça Jules Rimet foi roubada antes do torneio e encontrada por um cachorro chamado Pickles; a Coreia do Norte eliminou a Itália; Eusébio liderou Portugal até o terceiro lugar; e a Inglaterra conquistou o título em Wembley, vencendo a Alemanha Ocidental por 4 a 2 na prorrogação.

O lance decisivo foi o terceiro gol inglês, marcado por Geoff Hurst depois de a bola bater no travessão e quicar sobre a linha. O árbitro consultou o bandeirinha Tofiq Bahramov, que confirmou o gol. Até hoje, discute-se se a bola entrou completamente.

Duração aproximada: 28 minutos
País-sede: Inglaterra
Campeã: Inglaterra
Vice-campeã: Alemanha Ocidental
Terceiro lugar: Portugal
Quarto lugar: União Soviética
Artilheiro: Eusébio, de Portugal, com 9 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: eliminado na primeira fase

Jogos do Brasil

  • Brasil 2 x 0 Bulgária — primeira fase
  • Hungria 3 x 1 Brasil — primeira fase
  • Portugal 3 x 1 Brasil — primeira fase

México 1970: o Brasil que encantou o mundo

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A Copa de 1970 marcou o tricampeonato mundial do Brasil e a posse definitiva da Taça Jules Rimet.

Depois da eliminação traumática em 1966, a seleção brasileira chegou ao México mais bem preparada, adaptada ao calor e à altitude, e com uma equipe que reunia alguns dos maiores talentos da história do futebol.

Pelé voltou às Copas como líder maduro. Jairzinho marcou em todos os jogos. Tostão foi o atacante inteligente que abria espaços. Gérson comandou o meio-campo. Rivellino brilhou com sua técnica e seu chute poderoso. Carlos Alberto liderou a equipe e marcou, na final, um dos gols coletivos mais bonitos de todos os tempos.

O Brasil venceu todos os seis jogos: Tchecoslováquia, Inglaterra, Romênia, Peru, Uruguai e Itália.

Na decisão, derrotou os italianos por 4 a 1 no Estádio Azteca e tornou-se o primeiro tricampeão mundial.

Neste episódio, conheça a preparação brasileira, a volta de Pelé, a campanha perfeita, os lances eternos e a seleção que transformou futebol em arte.

Duração aproximada: 32 minutos
País-sede: México
Campeão: Brasil
Vice-campeã: Itália
Terceiro lugar: Alemanha Ocidental
Quarto lugar: Uruguai
Artilheiro: Gerd Müller, da Alemanha Ocidental, com 10 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: campeão invicto, com 6 vitórias em 6 jogos

Jogos do Brasil

  • Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia — primeira fase
  • Brasil 1 x 0 Inglaterra — primeira fase
  • Brasil 3 x 2 Romênia — primeira fase
  • Brasil 4 x 2 Peru — quartas de final
  • Brasil 3 x 1 Uruguai — semifinal
  • Brasil 4 x 1 Itália — final


Alemanha 1974: o carrossel holandês e a força alemã

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A Copa de 1974 marcou o início de uma nova era nos Mundiais.

Foi a primeira edição disputada depois da posse definitiva da Taça Jules Rimet pelo Brasil. Um novo troféu entrou em cena, e o futebol também parecia mudar.

A Holanda de Johan Cruyff apresentou ao mundo o chamado futebol total: uma forma de jogar baseada em movimentação constante, troca de posições, marcação adiantada e inteligência coletiva. A seleção holandesa encantou a Copa, goleou a Argentina, derrotou o Brasil e chegou à final como grande sensação do torneio.

O Brasil, tricampeão mundial, chegou sem Pelé e sem vários protagonistas de 1970. Fez uma campanha irregular, avançou até a segunda fase, venceu Alemanha Oriental e Argentina, mas perdeu para a Holanda por 2 a 0 e depois caiu diante da Polônia na disputa pelo terceiro lugar.

Na decisão, a Holanda abriu o placar contra a Alemanha Ocidental antes mesmo que os alemães tocassem na bola. Mas os donos da casa reagiram. Breitner empatou de pênalti, Gerd Müller virou e Franz Beckenbauer levantou a nova taça.

A Holanda encantou o mundo.

A Alemanha ficou com o título.

Duração aproximada: 32 minutos
País-sede: Alemanha Ocidental
Campeã: Alemanha Ocidental
Vice-campeã: Holanda
Terceiro lugar: Polônia
Quarto lugar: Brasil
Artilheiro: Grzegorz Lato, da Polônia, com 7 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: quarto lugar

Jogos do Brasil

  • Brasil 0 x 0 Iugoslávia — primeira fase
  • Brasil 0 x 0 Escócia — primeira fase
  • Brasil 3 x 0 Zaire — primeira fase
  • Brasil 1 x 0 Alemanha Oriental — segunda fase
  • Brasil 2 x 1 Argentina — segunda fase
  • Holanda 2 x 0 Brasil — segunda fase
  • Polônia 1 x 0 Brasil — disputa pelo terceiro lugar

Argentina 1978: futebol, festa e sombras

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A Copa de 1978 foi disputada numa Argentina governada por uma ditadura militar. Enquanto o regime tentava usar o Mundial como vitrine de ordem e orgulho nacional, o país vivia censura, repressão e desaparecimentos políticos.

Dentro de campo, a Argentina de César Luis Menotti conquistou seu primeiro título mundial, liderada por Mario Kempes, artilheiro e melhor jogador do torneio.

O Brasil, comandado por Cláudio Coutinho, fez uma campanha invicta, mas ficou fora da final depois da vitória argentina por 6 a 0 sobre o Peru — resultado que permitiu aos donos da casa ultrapassar os brasileiros no saldo de gols e que se tornaria uma das maiores polêmicas da história das Copas.

Na final, a Holanda, sem Johan Cruyff, chegou à sua segunda decisão consecutiva. Empatou no fim do tempo normal e ainda acertou uma bola na trave com Rensenbrink. Na prorrogação, Kempes marcou novamente, Bertoni fechou o placar e a Argentina venceu por 3 a 1.

Foi uma Copa de grandes emoções, mas também de profundas sombras históricas.

Duração aproximada: 29 minutos
País-sede: Argentina
Campeã: Argentina
Vice-campeã: Holanda
Terceiro lugar: Brasil
Quarto lugar: Itália
Artilheiro: Mario Kempes, da Argentina, com 6 gols
Participantes: 16 seleções
Campanha do Brasil: terceiro lugar, invicto

Jogos do Brasil

  • Brasil 1 x 1 Suécia — primeira fase
  • Brasil 0 x 0 Espanha — primeira fase
  • Brasil 1 x 0 Áustria — primeira fase
  • Brasil 3 x 0 Peru — segunda fase
  • Brasil 0 x 0 Argentina — segunda fase
  • Brasil 3 x 1 Polônia — segunda fase
  • Brasil 2 x 1 Itália — disputa pelo terceiro lugar