Castor, zoólogo aposentado, dedica nove anos a um estudo sobre a crise climática, mas é atormentado por um sentimento de insignificância. Ao reencontrar a ex-aluna Lívia, ele é confrontado a compartilhar seu trabalho, mesmo temendo parecer presunçoso. Seu estudo é inicialmente rejeitado por um comitê internacional, o que o leva ao desespero. Lívia, porém, o leva para uma reserva florestal, onde ele aplica seu conhecimento na prática, restaurando ecossistemas com um botânico jovem. A parceria cresce, ganha reconhecimento e influencia políticas públicas. Castor assume um cargo no governo, mas percebe que sua verdadeira realização está na ação local e na transmissão do saber. Ao escrever suas memórias, ele enfrenta dores passadas, entende que a busca obsessiva por significância era uma armadura emocional e, finalmente, encontra paz ao aceitar seu papel como parte integrante de uma teia maior da vida.
