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Roteiro de vídeo em 6 etapas

Neste artigo, vamos falar sobre o calcanhar de Aquiles de muitos videomakers: o roteiro. Mais precisamente: o roteiro de vídeo.

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roteiro de vídeo

Neste artigo, vamos falar sobre o calcanhar de Aquiles de muitos videomakers: o roteiro de vídeo.

Sabe-se que um roteiro é uma coisa difícil de escrever, e é preciso muito estudo para se tornar um bom roteirista.

Muitas pessoas dizem que você precisa ir para a faculdade e estudar literatura para se tornar um bom roteirista.

Não sei se em todos os casos isso é verdade, mas, por experiência própria, diria que é muito importante estudar bastante.

É que escrever um bom roteiro não é fácil, e é preciso muito trabalho duro para se tornar um bom roteirista.

Transição no mercado

Mas hoje o momento é um pouco diferente, talvez um momento de transição do mercado audiovisual, um momento em que grandes produções estão dando lugar a produções mais enxutas, onde precisamos ser um profissional multitarefas, precisamos dominar várias etapas do processo de produção, pois é assim que nos tornamos mais competitivos, de modo que temos então equipes mais enxutas, menores, e muitas vezes trabalhando com orçamentos bem abaixo em relação aos grandes orçamentos reservados para grandes produções.

Assumindo que as pessoas precisam ser competentes em todos os aspectos da produção para serem bem-sucedidas, é essencial ter domínio de todas as etapas da produção, e isso inclui, lógico, as técnicas básicas de desenvolvimento para escrever um roteiro.

Essa é uma tarefa difícil para muitas pessoas, mas é essencial para conseguir se destacar no mercado e ser competitivo.

Mas vamos listar aqui um método simples e fácil que ajudará você a entender essa lógica.

Desenvolvimento do roteiro de vídeo

A ideia aqui é propor o desenvolvimento de um roteiro de vídeo que você possa adaptar a qualquer nicho de mercado ou, mais especificamente, ao mercado de vídeos institucionais, mas que você possa facilmente adaptá-lo ao vídeo marketing, incluindo vídeos de casamento e aniversários, uma vez que entenda a lógica e estrutura do roteiro adaptável portanto a qualquer nicho de mercado. Então vamos lá!

Vamos chamar esse modelo de roteiro de vídeo de modelo das 6 etapas, isto é, ele é dividido em seis etapas.

  • 1ª etapa: a apresentação.
  • 2ª etapa: o gancho.
  • 3ª etapa: a introdução.
  • 4ª etapa: o conteúdo.
  • 5ª etapa: o chamado à ação (call-to-action).
  • 6ª etapa: o encerramento.

Basicamente este modelo vai direto ao ponto. Abre-se um documento no Word, por exemplo, e começa a escrever o script.

Escrever essas seis etapas implica obviamente em preencher as informações.

Muitas dessas informações virão da reunião de briefing com o cliente, onde você aprenderá sobre o negócio do cliente, quem é seu público-alvo e quais são os objetivos do cliente.

Outras informações virão de pesquisas que você fizer dentro da empresa do cliente.

Depois de reunir todas essas informações, você precisará preencher cada seção do seu script.

Representação do modelo de roteiro de vídeo

1ª etapa: a apresentação

O que geralmente fazemos é usar planos abertos como uma etapa de contextualização.

Apresentaremos ao público telespectador o nosso cliente, a empresa para a qual estamos fazendo um vídeo institucional.

Se for uma indústria, já podemos começar a mostrar planos abertos que proporcionam essa contextualização, e isso pode ser um plano de imagem aérea, que é feito com um drone, ou, se não houver drone, pode ser usado enquadramentos mais abertos para mostrar a estrutura do cliente.

É sempre melhor começar com um plano aberto e mostrar a estrutura ao cliente imediatamente. Dessa forma, o cliente pode ver o que está recebendo e quem é a empresa.

Por exemplo, se o cliente solicitar uma locução na apresentação, não é necessário tê-la imediatamente. Nesta fase inicial, o nome da empresa não precisa ser falado pelo narrador.

É importante despertar a curiosidade dos espectadores, e uma boa sugestão aqui é incluir planos de contextualização na apresentação.

2ª etapa: o gancho

O “gancho”, nesta etapa, é o problema. O problema é a dor, a dor de quem é o público-alvo dos nossos clientes, que, na realidade, pode ser as dores da sociedade, as dores que o nosso cliente sana e resolve.

Digamos que estamos falando de uma academia, um vídeo corporativo para uma academia.

Quais são as dores que a academia resolve na sociedade?

Essas informações podem advir de uma pesquisa ou o próprio cliente vai ajudar com esse tipo de informação.

Se então estamos falando da academia, é sabido que grande porcentagem das pessoas hoje têm problemas relacionados ao coração, problemas de saúde relacionados ao sedentarismo, e X por cento da sociedade têm problemas de autoestima por estarem fora de forma devido à vida sedentária. Então aqui se começa a falar um pouquinho dos problemas, que precisam ser explorados.

3ª etapa: a introdução

Neste passo, a introdução deve começar falando sobre o que o cliente faz para resolver aquelas dores que estão presentes, além do gancho.

Se for uma academia, pode começar a apresentá-la mais profundamente.

A academia está presente lá no bairro, na cidade, e ela está inserida no contexto de ajudar a resolver os problemas vistos no gancho.

Assim, aquela parcela da sociedade vai se beneficiar da academia, mostrando uma estrutura limpa e descolada para que as pessoas possam exercer atividades físicas.

Então, aqui, já estaremos falando dos benefícios que nosso cliente está trazendo para a sociedade, isto é, o que a academia propõe para sanar as dores dos seus clientes. E isso, obviamente, pode se adaptar a outros nichos de negócios.

4ª etapa: o conteúdo

Representando a ideia com o exemplo da academia, aqui no conteúdo vamos começar a falar mais detalhadamente sobre a estrutura e os serviços prestados pela academia.

Vamos falar sobre coisas como aulas na academia. Você encontrará aulas de dança, aulas de capoeira, aulas de boxe. Que lá você encontrará instrutores preparados para treinar, etc.

E isso vem de onde, isto é, de onde vem essas informações?

Da reunião, ou reuniões, com o cliente. É aqui que vamos anotar e entender o negócio do cliente para que na hora que estivermos desenvolvendo o roteiro possamos colocar as informações que fazem parte do conteúdo e que dizem respeito às informações mais aprofundadas a respeito do serviço do cliente.

Fazendo um apanhado do que estamos falando, a introdução é sobre o que é o conteúdo e como abordaremos os pontos problemáticos que nosso cliente está enfrentando. Apresentamos ao cliente nossas descobertas e discutimos os pontos problemáticos em detalhes. Exploramos as problemáticas que a sociedade enfrenta e como nossa empresa pode ajudar a aliviar algumas dessas dores. Na introdução, falamos sobre o que nossa empresa faz e como nosso cliente pode usar nossos serviços para resolver seus problemas. Apresentamos ao cliente uma solução para seu problema e explicamos como nossa empresa pode ajudá-lo.

5ª etapa: o chamado à ação

Agora, portanto, temos que chamar o cliente à ação. Proporcionar que os interessados resolvam suas dores a partir do que a empresa está mostrando no vídeo.

O chamado à ação (call-to-action) nada mais é do que um chamado à conversão. Por exemplo, “venha malhar com saúde”, “não recuse essa oferta“, “venha conhecer nossa loja”, “saiba mais”, “ligue-nos”, “envie um zap”, etc.

As pessoas criam o que é chamado de plano de ação quando querem melhorar algo. Então, voltamos e apresentamos ao nosso cliente o problema que a sociedade estava tendo. Mostramos a eles o que fazemos e como resolvemos esses problemas. Nossa apresentação foi envolvente e despertou o interesse do cliente. No final, pedimos que eles agissem.

Podemos, por exemplo, apresentar uma promoção neste momento. Você vê que na verdade é um vídeo comercial, mas hoje em dia tudo tem um fundo comercial, mesmo sendo um vídeo institucional. Podemos não falar de promoção, podemos apenas convidar as pessoas para virem conhecer as instalações do nosso cliente. A estrutura do nosso cliente, em nosso exemplo uma academia, é o foco.

Uma dica preciosa: para criar um vídeo mais incisivo, comercial e voltado para o varejo, é importante focar na mensagem que está sendo transmitida.

Nesse caso, o vídeo deve focar na promoção de uma oferta ou produto específico.

Além disso, é importante incluir uma frase de chamariz no final do vídeo para incentivar os espectadores a aproveitar a oferta.

6ª etapa: o encerramento

O vídeo pode ser fechado com um logotipo ou slogan que reforce a identidade da marca da empresa.

É importante mostrar nesta etapa a força da marca da empresa do vídeo. Ressaltar esse detalhe pode fazer a diferença em todo o escopo do roteiro.

Resumindo

Este modelo de roteiro de vídeo apresentado pode ser usado para desenvolver mensagens mais abrangentes e complexas.

Ao adicionar etapas e gatilhos adicionais, você pode criar mensagens mais adaptadas às necessidades do seu cliente e conseguir que o vídeo tenha uma efetividade notável.

Fonte: Daniel Marvel

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